Brenda Moura · Clássico · Humor · netflix · Séries · Vídeos

Full House

Olá gente, tudo bem? Nesta segunda, vou falar sobre um seriado antigo, mas que eu acompanho atualmente pela Netflix: Full House!

Full House ou Três é Demais foi uma série de televisão de comédia criada por Jeff Franklin, que foi ao ar pela emissora ABC, de 1987 a 1995. A série mostra Danny Tanner que, depois da morte de sua esposa, convoca seu melhor amigo e seu cunhado para ajudá-lo a cuidar de suas três filhas.

No Brasil, já foi exibida na televisão aberta pela Rede Globo e pelo SBT na década de 90. Está sendo reexibida pela Warner Channel,  em comemoração aos 20 anos do canal.

Em 26 de fevereiro de 2016 foi lançado na Netflix uma nova série, “Fuller House”, com 13 episódios que mostram como a família vive nos dias de hoje, após 29 anos. Ela conta com praticamente todo o elenco original, menos as gêmeas Mary-Kate e Ashley Olsen.

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Eu adoro essa série, porque ela é uma comédia light, perfeita para os dias em que você precisa relaxar e rir com uma boa história. A série evoluiu muito ao longo das temporadas, assim como as roupas e penteados dos personagens e percebemos isso mais nitidamente porque tem uma criança na série (Michelle, vivida por Mary Kate e Ashley Olsen) e acompanhamos o desenvolvimento dela na história. No começo ela era apenas um bebê, que só apontava para as coisas, ria e chorava, mas ao longo da série, ela foi crescendo e ganhando mais versatilidade.

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Temos também, as irmãs mais velhas de Michelle, D.J (primogênita da casa) e Stephanie, que dividem o quarto e quase sempre brigam, porque Stephanie insistia em se meter na vida de D.J e não gostava da amiga da irmã, Kimmy. Kimmy é talvez uma das personagens mais engraçadas da série, por ser muito sem noção e trazer um tom ainda mais cômico para a história.

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Além das meninas, temos também os adultos: Danny apresentava o programa “Wake Up, San Francisco!” e sempre foi visto como o personagem mais sério, por ser o mais responsável, pai de família que terá que cuidar das filhas depois que a esposa faleceu e manter tudo nos eixos; mas como um bom comediante, tinha seus momentos engraçados. Vários episódios terminavam com uma bela lição de vida entre ele e D.J, pois ela sofria muito com a perda da mãe no começo da série, assim como o próprio Danny, mas eles sempre se uniam mais, para superar a dor da perda.

Joey era um comediante, na vida pessoal e profissional também e fazia as melhores imitações de vozes, muitas delas de desenhos famosos da época. Um dos episódios mais legais é ele imitando O Mágico de Oz. E ele é o meu personagem favorito da série, sempre dei muitas risadas com ele. Hahaha

 Já Jesse amava três coisas: o rock, o seu cabelo e a sua descendência grega. Ele se fazia de durão perto das meninas, mas a verdade é que ele as amava mais do que qualquer um.

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Algumas curiosidades sobre a série:

  1. A ideia original de Full House era totalmente diferente. O produtor e criador da série, Jeff Franklin, havia pensado numa casa na qual morariam comediantes stand-up. O título provisório era “House of Comics”, mas a produtora pediu para que ele mudasse a história da série para atingir um público mais “família”, que era o carro chefe deles. Então, depois das mudanças, chegamos ao seguinte formato: três homens jovens e solteiros tentando criar três meninas (uma pré-adolescente, uma criança e um bebê). Apesar das mudanças, efetivamente a casa contou com dois comediantes de stand-up no elenco: Bob Saget e Dave Coulier.
  2. Para o papel de Michelle, foram escolhidas gêmeas, pois era um papel importante e seriam necessárias mais horas de gravação que o estado da Califórnia permitia para crianças daquela idade. Como os produtores não queriam que os telespectadores soubessem que o papel era feito por gêmeas, as irmãs foram, inicialmente, creditadas como “Mary Kate Ashley Olsen”. Só mais tarde foram creditadas separadamente. Apesar disso, durante alguns meses apenas Mary-Kate gravava, pois Ashley chorava sempre que entrava em cena.
  3. Na 1ª temporada da série, o nome do personagem de John Stamos era “Jesse Cochran”. Na 2ª Temporada, ele mudou também o sobrenome de seu personagem para Katsopolis para evidenciar sua herança grega, da qual ele tem muito orgulho.
  4. Quando Mary-Kate e Ashley Olsen completaram 6 anos elas começaram a ficar tão diferentes uma da outra que já era possível para o público identificá-las, os produtores decidiram que apenas Mary-Kate ficaria com o papel de Michelle, mas os fãs protestaram contra essa decisão e John Stamos também não queria que uma das gêmeas saísse, então foi decidido que as duas continuariam fazendo o papel.

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Como eu falei bem no início do texto, a Netflix fez a versão atual da história, mas dessa vez. D.J é que precisa criar seus filhos, com a ajuda de Kimmy e Stephanie. As gêmeas Olsen decidiram não participar e é por isso que Michelle fica de fora. Eu só assisti ao primeiro episódio de Fuller House e sendo sincera, não me empolguei tanto. Mas pretendo dar outra chance, então pode ser que vocês leiam algum texto meu a respeito. Mas não hoje. Hehehe

kinopoisk.ru

Por fim, eu vejo Full House como a marca de uma geração, com seu humor familiar para todas as idades. Cada personagem nos deixa uma pequena lição e a série, até hoje, é uma das mais divertidas que já assisti. Estar revendo na netflix me dá uma sensação muito boa, uma nostalgia gostosa dos tempos que assistia ela no SBT, almoçando antes de ir para escola. Hahaha

Então minha dica para vocês é essa e eu espero que tenham gostado!

Um grande beijo e até a próxima segunda!

selo-brenda-moura

Fonte: Wikipedia

16 comentários em “Full House

  1. Também estou acompanhando a série pela Netflixx!! Amava assistir desde criança quando passava no SBT! Não tem como não se apaixonar pela Michelle, coisa mais fofa ❤️ Senti falta das gêmeas Olsen em Fuller House 😦

    Curtido por 1 pessoa

    1. É bom poder acompanhar algo que tu gosta, ainda mais quando é antigo assim né? Sim, eu adoro a Michelle, acho que ver ela crescendo deu um tom muito mais legal pra série. Como eu falei, não gostei muito do primeiro episódio e não acompanhei ainda Fuller House, mas pretendo dar outra chance…aposto que vou sentir falta delas 😦

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  2. Oi Julia, de série eu já acompanhei algumas algum tempo, a última delas para mim foi no AXN com as seis primeiras temporadas de Criminal Minds, e acabei deixando, depois fica tudo muito igual, mas a série que eu via, cada história tinha o seu final, prefiro assim, nada como outras séries que são como novelas, que o episódio não tem um fim, que a continuação vai sempre para o próximo, não gosto assim, prende muito a pessoa.
    Abraços.

    Curtido por 1 pessoa

    1. O post não é da Julia haha
      Ah, cada um com seu gosto né. Eu já não gosto de séries assim, sem uma continuação. Eu acho legal a espera pela próxima temporada, o desenrolar da história durante as temporadas e etc…prefiro assim do que as séries com final a cada episódio, não consigo acompanhar D:

      Curtido por 1 pessoa

        1. 3 na verdade…eu escrevo as indicações na segunda, a Julia faz os posts terça, quarta, quinta, sábado e domingo e a Érica faz as crônicas na sexta!

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